A Agulha de Cléopatra : Jaime Batalha Reis e as relações diplomáticas e culturais Luso-Britânicas / Teresa Pinto Coelho

Glosada nos finais do século XIX, quer por Eça de Queirós quer por Oliveira Martins, como símbolo do imperialismo britânico, a Agulha de Cleópatra, singelo obelisco situado em Londres, no embankment, é o mote aqui glosado.

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Descrição

A Agulha de Cleópatra: Jaime Batalha Reis e as Relações Diplomáticas Luso-Britânicas é um estudo histórico que utiliza o obelisco egípcio conhecido como «Agulha de Cleópatra» — situado no Embankment de Londres e glosado nos finais do século XIX por Eça de Queirós e Oliveira Martins como símbolo do imperialismo britânico — como mote para uma investigação sobre as relações diplomáticas entre Portugal e a Grã-Bretanha no período da viragem para o século XX.

Jaime Batalha Reis, diplomata, jornalista e intelectual português que foi amigo de Eça de Queirós e representou Portugal em Londres num período de tensões crescentes nas relações luso-britânicas — culminadas no Ultimato de 1890 —, é a figura central deste estudo. A obra combina a publicação de documentação diplomática com a análise histórica, iluminando os bastidores das negociações entre os dois países e o papel que figuras como Batalha Reis desempenharam na gestão de uma relação complexa entre uma pequena potência periférica e a maior potência imperial da época.

Obra de interesse para investigadores das relações luso-britânicas e da diplomacia portuguesa do final do século XIX e início do XX

Estado: Bem conservado

Detalhes