Razões da presença de Portugal no Ultramar

Excertos de discursos proferidos pelo Presidente do Conselho de Ministros Prof. Doutor Marcello Caetano.

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Descrição

O pensamento e estratégia política do então Presidente do Conselho, Prof. Dr. Marcelo Caetano sobre a defesa das ex-províncias do Ultramar, expressas em múltiplas intervenções públicas nas suas funções.

Esta obra constitui hoje um documento histórico e muito completo sobre a política ultramarina desenvolvida pelo governo português nas décadas de sessenta e setenta e lideradas pelo seu chefe de governo.

ÍNDICE:

– SÓ HÁ UMA RESPOSTA

– Alguém teria de arcar com as dificuldades…
– Temos de fazer face a tarefas inadiáveis
– O Ocidente é um Bloco
– A importância fundamental do Ultramar
– A posição de Portugal não poderia ser outra
– Sociedade multiraciais
– Não declarámos guerra a ninguém
– Haverá quem duvide?
– A importância estratégica de Cabo Verde
– Somos sinceramente amantes da Paz
– A Rodésia e a Grã-Bretanha
– Um clima de liberdade exige responsabilidade
– Em África limitamo-nos a defender a vida dos portugueses
– Somos um só povo, formando uma só Nação, com um Governo único
– Oferecemos a Paz…
– Temos de conquistar a Paz
– Portugal está aberto a todos os seus filhos
– Fidelidade à Pátria comum
– A terra há-de florescer
– Pátria
– Angola tem um futuro radioso na sua frente
– Só a união faz a força
– Não vacilemos na decisão
– Não há lugar para guerras injustas
– Não podemos hesitar contra o abandono e atraição
– Só existe subversão próximo das fronteiras
– Não se pode ceder
– A defesa do Ultramar não afrouxará
– Entrega a quem?
– Portugal não pode ceder
– O país manifestou a sua vontade
– Não estamos a sustentar uma ‘guerra colonial’
– Não estamos em guerra com ninguém
– O futuro tem de ser construído de mãos dadas, por pretos e brancos
– Cabora Bassa
– Não usurpámos as terras a ninguém
– É Portugal quem tem razão
– A defesa do Ultramar dura há dez anos
– Ignoram que as províncias ultramarinas são Portugal há 500 anos?
– Não vejo como poderemos deixar de defender o ultramar
– Porque temos de defender o Ultramar
– Palavras loucas, orelhas moucas
– Conspiração contra Portugal
– Revisão constitucional
– Não pode haver dívidas
– Ofensiva contra o mundo Ocidental
– Não há frente nem retaguarda
– O que se deve entender por ‘autonomia’ das províncias ultramarinas
– Todos desejamos a Paz
– Imperialistas nós?
– Em África não dominamos nações nem oprimimos as culturas
– Dentro do país o inimigo encontra apoios
– Enquanto defendemos o Ultramar
– O problema das transferências
– O progresso das províncias ultramarinas é galopante
– A consciência do que é, do que representa, do que vale o Ultramar
– As terras que hoje formam o Ultramar português, já não poderão mais deixar de ser lusíadas
– Insistindo na defesa do ultramar
– ser desertor é um ferrete de ignomia
– Se em 1822 existisse a ONU, o que teria sido do Brasil ?
– Os equívocos da ONU
– A Mocidade Portuguesa espalhou sempre o sentido de missão nacional no ultramar
– Glória, pois, aos que lutam !
– Somos um país pluricontinental e pluriracial, com um só espírito, um só governo, uma só bandeira
– Fazemos apelo a todos os africanos
– Os territórios das províncias ultramarinas estão em Paz
– As forças militares não fazem a guerra: asseguram a Paz
– Angola, Moçambique e a Guiné, são províncias de Portugal
– A negociação equivaleria a capitulação
– Não podemos abandonar as terras portuguesas do Ultramar
– Um largo regionalismo de profunda inspiração federal
– Apesar do terrorismo…
– Choram-se lágrimas de crocodilo
– Desfazendo atordoadas
– Ninguém pode esperar de nós a entrega das terras portuguesas do Ultramar
– Nós venceremos
– Continuaremos a lutar pelo progresso em Paz
– Os caminhos do futuro no ultramar
– Está em marcha a autonomia
– A Paz não resulta do abandono
– O absurdo das negociações com os terroristas
– A lição das negociações dos belgas
– Poderiam as Nações unidas dar garantias de respeito dos acordos negociados ?
– A Paz é possível: e é uma realidade
– Quem perturba a Paz?
– Penso em todos os que labutam no ultramar…
– Não renunciaremos !