Quem Move as Árvores / Fiama Hasse Pais Brandão

Edição primitiva, 1979.

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Descrição

Escritora portuguesa, natural de Lisboa. Frequentou o Colégio Inglês de Carcavelos e, mais tarde, estudou Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborou em várias publicações periódicas (Vértice, Seara Nova, Colóquio e Jornal de Letras). Ligada ao movimento Poesia 61, contribuiu para a colectânea deste grupo com Morfismos. A sua escrita caracteriza-se, inicialmente, por uma forte contenção verbal, que centra a atenção na palavra enquanto matéria, em detrimento do discurso e da ornamentação deste. Ainda nos anos 60, a sua linguagem poética concede um maior espaço ao discurso, como alargamento das capacidades expressivas da palavra. Conhecida sobretudo pelo seu trabalho poético, é também tradutora e autora de peças teatrais (Chapéus de Chuva, 1960; O Testamento, 1962; A Campanha, 1965; Quem Move as Árvores, 1979; Poe ou o Corvo, 1979; Sombras na Cara de Estefânea, 1980; Teatro-Teatro, 1990), de obras em prosa (O Retratado, 1976; Falar sobre o Falado, 1989 e Movimento Perpétuo, 1990), e ensaios (O Labirinto Camoniano e Outros Labirintos, 1985; Sílvia de Lisardo, 1989). Entre as suas obras de poesia, contam-se Barcas Novas (1966), (Este) Rosto (1969), O Texto de Joan Zorro (1974, Prémio Casais Monteiro), Novas Visões do Passado (1975), Homenagem à Literatura (1976), Melómana (1978), Área Branca (1979), Éclogas de Agora (1986), Três Rostos (1989, Grande Prémio de Poesia INAPA/ Centro Nacional de Cultura), Obra Breve (1992), Cantos do Canto (1995), Epístolas e Memorandos (1995), F de Fiama (1997) e Cenas Vivas. Em 1998, estreou-se no romance com Sob o Olhar de Medeia. Em 1974, fundou o grupo teatral Teatro-Hoje, sendo a sua primeira encenadora.

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