Panorâmica de Crítica e de História / Padre Allyrio de Mello

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Descrição

O volume presente é uma selecção de artigos já publicados em jornal, e a que se deram agora raros e levíssimos retoques.
Representa cada um deles o produto de incansável aplicação ao estudo — e na generalidade demonstram que numerosas pessoas leem de menos e escrevem de mais.

 

ÍNDICE:

– A comédia da crítica ou a tragédia da crítica;
– Para a história da República Portuguesa – A Censura Jacobina em 1913;
– «Frederico o Grande, da Prússia, amirador de Voltaire»?;
– Victor Hugo e o Conto «O Tesoiro» de Eça de Queirós;
– Fialho de Almeida aguardaria a morte de Eça de Queirós para impiedosamente o zurzir?;
– A propósito de Guerra Junqueiro;
– De como aquilo que às vezes se lê em certos suplementos literários parece destinado a substituir a chamada «Ciência de Almanaque»;
– A fobia religiosa e a crítica literária;
– Dois traços não muito divulgados do retrato moral de Espinosa;
– Eça de Queirós e a Academia;
– A Crítica Literária vespeiro de contradições;
– Camilo e Eça – algumas achegas para a história das suas relações pessoais e literárias;
– Da Culpa e cotrição dalguns escritores;
– Ciência ou erudição de suplemento literário igal a erudição ou ciência de almanaque;
– Por livros e jornais ainda;
– No Centenário de Gabriela de Annunzio;
– A Geração de 70;
– O primeiro quarteirão de escritores laureados pela Academia das Ciências;
– A Crítica iletrada mais a crítica precipitada;
– Histórias peregrina de um romance de Balzac e a definição que merece Stephan Zweig;
– De como podemos ser enganados pelos crítcos em relação ao conteúdo de certos livros;
– Dois versos simbolicamente esfíngicos da Divina Comédia;
– O superlativo relativo de superioridade em Ramalho Ortigão;
– Novo retrato de «Diderot-Improvisador»… que reescrevia e tornava a reescrever;
– Renan contra a França e contra a democracia;
– Retrato ou caricatura de João de Deus por João Gaspar Simões;
– Da religião de Victor Hugo;
– Acaba de se descobrir que Voltaire falsificou um breve do Papa Bento XIV;
– Lacunas e erros difíceis de explicar;
– Souberam sempre Ramalho Ortigão e Eduardo Prado ser amigos de Eça de Queirós?;
– Distracções, esquecimentos e escondimentos que não perturbam pouco o estudioso e não têm o direito de existir;
– A história mais extraordinária entre todas as historias extraordinárias é a História da Crítica.

 

 

Detalhes do produto

Idioma: Português

Ano: 1965

Nº Edição:

Descrição Física: 297 [2] p. ; 19 cm