Agressividade : A Violência do Mundo Moderno / Friedrich Hacker

Prefácio de Konrad Lorenz.

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Descrição

Friedrich Hacker, fundador e director da Fundação Hacker, professor de Psiquiatria nas Faculdades de Direito e Medicina na Universidade da Califórnia do Sul e ainda presidente da Sociedade Sigmund Freud, de Viena, é também psiquiatra e psicanalista de reputação mundial e um dos mais conhecidos peritos dos tribunais federais americanos, tendo, a este título, desempenhado papel fundamental no célebre processo dos assassinos de Sharon Tate.
Não se passa um dia ou uma noite sem que na imprensa ou na televisão nos seja ministrada a nossa dose diária de violência, até de brutalidade. Esta violência generalizada do mundo moderno, que aumenta gradualmente num ritmo assustador, encontrou no Prof. Friedrich Hacker, um dos mais conhecidos psiquiatras e psicanalistas dos Estados Unidos da América, o cronista mais objectivo dos dramáticos actos que a documentam, agitando o mundo e, também, o investigador mais competente das causas e condições em que hoje alastra, por toda a parte, a «sementeira da violência». Hacker distingue entre o natural carácter de agressão do impulso humano, que é necessário para a manutenção e promoção da vida, e a violência destrutiva do assassino estuprador, por exemplo, ou do assassínio seguido de roubo, consagrando a maior parte do seu livro à agressão destrutiva, flagelo e preocupação do mundo. A extensão do seu próprio conhecimento é examinada, pelo autor, em diálogos com Konrad Lorenz, Karl Menninger e Herbert Marcuse. Diz Friedrich Hacker: «Este livro não pretende ter o poder da Bíblia; não pretende ser um método para se aplicar, e de modo algum um estímulo. Não procura ser um tratado de moral ou uma justificação para as direitas ou as esquerdas, mas sim uma descrição de factos comunitários sociopsicológicos, com anotações que se referem a todos os ramos da ciência.» Enfim, a opinião do Prof. Robert Jung (autor do best-seller O Futuro já Começou) sobre AGRESSIVIDADE: magistral análise que nos faz começar a compreender o que se encontra por detrás do actual, e inconcebível, regresso à barbárie… Trabalho de esclarecimento merecedor da maior admiração, até porque não vem adornado com a agressiva gíria da especialidade, mas, pelo contrário, é facilmente compreensível.»