A Flor e a Guerra / Manuel Barão da Cunha

O diálogo e o mito.

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Descrição

No meu primeiro livro, Aquelas Longas Horas, escrito com a dupla finalidade de mostrar a certas pessoas que não tinham sido esquecidas e de informar a sociedade do que essas pessoas haviam feito, chamei a atenção para a eloquência das suas narrativas.

Seguiu-se Tempo Africano, no qual, por vezes, o «manto diáfano da fantasia cobre a nudez da verdade».

Agora, este terceiro livro apresenta-se como um romance. Naturalmente que quem seja tentado a identificar figuras ou factos creio que deverá preferir ler esta obra tal como ela pretende ser: ficção literária.

Este livro encontrava-se concluído antes do dia 25 de Abril de 1974 e já tinham sido encetados contactos editoriais. Devido ao seu título e teor — que de certo modo poderá contribuir para a compreensão de um processo humano evolutivo que terá conduzido ao estado de espírito que está na origem do Movimento das Forças Armadas — este livro tinha necessidade de ser imediatamente publicado, para não correr o risco de parecer oportunista. Naturalmente que a linguagem e a mensagem deverão ser apreciados tendo em vista a data em que foi escrito.